Archive for agosto, 2008
Danilo Macedo- Enviado especial da Agência Brasil a Pequim
A Vila Paraolímpica foi aberta oficialmente para as delegações de atletas de todo o mundo neste sábado (30). A cerimônia de abertura das Paraolimpíadas será realizada no dia 6 de setembro e as competições começam no dia seguinte, mas grande parte dos atletas chegaram hoje a Pequim. Os jogos acontecem até o dia 17 e a vila será fechada no dia 20, mas até lá será a casa de 7.383 hóspedes, 4.099 deles atletas.
A delegação brasileira é a quarta maior dos Jogos - atrás apenas de China, Estados Unidos e Grã-Bretanha - com 319 componentes, sendo 188 atletas, que disputarão medalhas em 17 das 20 modalidades paraolímpicas. O número é o maior da história do país, que teve, em 2004, nas Paraolimpíadas de Atenas, 99 atletas em 13 modalidades. Em 2000, nos jogos de Sidney, eram apenas 64, em nove modalidades.
A expectativa do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) é grande quanto aos resultados dos atletas. Enquanto nas Olimpíadas de Pequim o país trouxe para casa 15 medalhas, sendo três de ouro, alcançando a 23ª colocação geral, a equipe paraolímpica vem de um 14º lugar em Atenas, com 33 medalhas, das quais 14 são de ouro. “A delegação é maior, estamos disputando mais modalidades, os recursos aumentaram e os atletas se prepararam bem. Esperamos um resultado melhor ainda que o de Atenas”, disse Andrew Parsons, secretário-geral do CPB.
A cidade de Macau foi escolhida para o período de aclimatação de uma semana, entre os dias 22 e 30 de agosto, de 72 atletas, sendo 48 do atletismo e 24 da natação. Durante esse tempo eles treinaram e tentaram se adaptarar ao novo fuso-horário, 11 horas adiantado em relação ao da terra natal. Os demais representantes brasileiros chegam até este domingo na capital chinesa, vindos direto do Brasil.
O governo local diz que o sucesso das Olimpíadas de Pequim deve se repetir nas Paraolímpíadas. Na sexta-feira (29), durante vistoria das preparações para os Jogos Paraolímpicos, o vice-presidente chinês, Xi Jinping, enfatizou que deve ser dada a eles a mesma importância dada às Olimpíadas, garantindo um trabalho exemplar, segundo informou a agência estatal de notícias Xinhua.
2 recadinhos »
andrebrasil2.jpeg
André Brasil treina em temporada de aclimatação na cidade chinesa de Macau (Foto: Saulo Cruz-CPB)
deixe seu recado »
um recado »
Ailim Braz, de Pequim.
Para o turista ocidental, o primeiro almoço na China é quase um ritual. Se já domina o kuaizi (aqueles dois pauzinhos usados como talher) ótimo! Se não, mais uma coisa a aprender. A experiência começa com a escolha do restaurante. Nos hutongs (ruelas históricas) mais movimentados, funcionários esperam à porta, aos gritos, tentando convencer o cliente a entrar para saborear o cardápio. O convencimento acontece da forma mais harmoniosa possível. Todos simpático, sorridentes, só faltam lhe carregar nos braços.
Restaurante e mesa escolhidos, é hora da aposta: o que escolher no cardápio? Para sorte dos estrangeiros, a maioria dos menus em Pequim são bilíngües (inglês e mandarim) e bastante ilustrados. Mesmo assim, as escolhas nem sempre são felizes. Para quem não gosta de arriscar, o melhor é apostar no tradicional arroz colorido (yang zuo) acompanhado de frango e pepino ao molho (cuw po). E se a pimenta não lhe agrada, lembre-se sempre de dizer “no spyce” ao garçom. Eles adoram caprichar nesse tempero.
Quase tão comuns como as lanchonetes do Mc Donalds e KFC, os hot pots também estão por toda a cidade. Nesse tipo de estabelecimento, o cliente escolhe os ingredientes crus no cardápio e ele mesmo os cozinha, sobre a mesa. Carnes, legumes, verduras, massas. No fim, tudo acaba virando um sopão. O difícil é saber o momento de retirar cada alimento da panela para colocá-los nas tradicionais “cumbucas” chinesas. Mas, para isso, os garçons permanecem ali, próximos à mesa, e por pouco não nos servem na boca.
Detalhe: os pratos, as xícaras e os kuaizis vêm embalados com plástico, e são cobrados à parte. As bebidas, mesmos os refrigerantes e cervejas, costumam estar sempre quentes. E os chineses ficam curiosos em entender o porquê dos brasileiros dividirem a conta quando estão em grupo. Na China, é costume o homem pagar a conta. Entre amigos, um se responsabiliza pela refeição de todos, enquanto os outros combinam a oportunidade de retribuírem a gentileza.
deixe seu recado »
Mylena Fiori - Enviada especial da Agência Brasil a Pequim
China, ou Zhong guó, quer dizer centro do mundo. E foi esse o rumo da maior fabricante de compressores de refrigeração do mundo, a brasileira Embraco. Ao contrário de muitas multinacionais que produzem no território chinês para exportação, a indústria de Joinvile cruzou o planeta, há 13 anos, de olho no mercado doméstico da economia que mais cresce no mundo.
“Quem quer crescer no mundo tem que estar no mercado americano. Mas se quiser crescer mais ainda, tem que estar na China”, resume o gerente-geral da Embraco na China, o gaúcho João Carlos Lemos. Ele foi um dos primeiros cinco funcionários enviados para montar a unidade chinesa e acompanhou desde o começo a trajetória da empresa brasileira no gigante asiático. Como foco, os fabricantes chineses de geladeira. Hoje, 40% das geladeiras produzidas no mundo são feitas na China. Uma em cada oito conta com compressor hermético de refrigeração da Embraco, made in China, mas com tecnologia 100% brasileira.
Tudo começou em 1993, com a busca de um sócio chinês. A iniciativa foi motivada pelas crescentes exportações da Embraco para a China - cerca de um milhão de compressores por ano. A instalação de uma fábrica em Pequim se consolidou dois anos depois, com uma parceria com a chinesa Snowflake para produção de compressores CFC free.
“A abertura da economia chinesa se deu gradativamente. Nos anos 80, era difícil fazer negócio aqui, a não ser com sociedade de maioria chinesa. Nos anos 90, começou a se abrir para empresas 100% capital estrangeiro mas ainda era muito arriscado e o melhor era fazer um casamento com uma empresa local, que já conhecesse o mercado e tivesse uma base estruturada para produção”, conta Lemos.
Em maio de 2006, a fábrica cresceu e foi transferida da região central da capital para o distrito industrial de Kong Gang, a 30 km do centro, próximo ao aeroporto internacional e ao lado de empresas como as japonesas Panasonic e SMC, a canadense Pratt & Whitney, a dinamarquesa Schüco e a chinesa AT&M. E a produção, que antes era de dois milhões de compressores por ano, subiu para 4,4 milhões e chegará a seis milhões no ano que vem.
Hoje, a unidade chinesa responde por 12% a 15% do total produzido pela Embraco no mundo todo. Além de Pequim, a empresa tem fábricas em Joinvile, na Itália e na Eslováquia, e escritórios de vendas e assistência técnica nos Estados Unidos, México e Itália.
Com a Embraco, apenas cerca de 30 empresas brasileiras tem alguma atuação no mercado chinês. Para João Carlos Lemos, a culpa é dos próprios brasileiros, e não dos chineses. “O Brasil ainda é muito fechado economicamente, fica difícil enxergar o resto do mundo. A China é muito mais aberta”, garante. Ele conta que nestes 13 anos de atuação na China, algumas fases foram melhores que outras, mas a empresa sempre apostou no futuro. E não se arrepende. “Quem não está na China, não está no mundo”, diz Lemos.
um recado »
Geyzon Lenin, de Pequim.
Com 188 atletas, essa será a maior delegação brasileira numa Paraolimpíada. Divididos em 17 esportes, dos 20 que fazem parte do quadro dos Jogos, os atletas seguirão em grupos, por modalidades, para Macáu e Hong Kong. Nessas cidades chinesas, os competidores farão a aclimatação até o início dos Jogos, em 6 de setembro, em Pequim.
Nesta XIIV Paraolimpíadas, o Brasil terá a quarta maior delegação da competição ficando atrás dos anfitriões, dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, segundo o comitê organizador dos Jogos, (Bocog, sigla em inglês). As delegações de atletismo e natação, as maiores esperanças de medalhas, desembarcarão em Hong Kong e seguirão de barco para Macáu. Ao todo, nesse grupo são 72 desportistas, 48 do atletismo e 24 da natação.
No atletismo, o país terá a segunda maior delegação, perdendo apenas para a China, e contará com a presença de André Olivera, ouro nos 200m e prata 100m em Atenas 2004, além de Lucas Prado, atual recordista mundial. Na equipe, o Brasil ainda conta com Antonio Delfino Neto representando Brasília e o alagoano Yohansson do Nascimento.
Na natação, o Brasil terá Clodoaldo Silva, o “Tubarão Olímpico” como ficou conhecido depois dos Jogos de Atenas, quando conquistou seis medalhas de ouro e uma de prata, além de bater quatro recordes mundiais. Ele foi eleito o melhor atleta Paraolímpico do Mundo, em 2005, pelo Comitê Paraolímpico Internacional (IPC, sigla em inglês).
Em Pequim, o nadador disputará nove provas. Se subir no lugar mais alto do pódio oito vezes, Clodoaldo poderá se igualar ao maior medalista Olímpico, Michael Phelps, com 15 medalhas de ouro. O atleta disputará as provas: 50m livre, 100m livre, 200m livre, 150m medley, 50m peito, 50m costas e os revezamentos 4×50 livre e 4×50 medley; com a possibilidade de nadar o revezamento alto, que é o dos 4×100m livre.
um recado »
Geyzon Lenin, de Pequim.
Hoje (28/08) foi acessa a chama Paraolímpica, no Templo do Céu na China. O Símbolo dos Jogos percorrerá 13000km pelas mais remotas e modernas áreas do país. Cerca de 850 pessoas (170 com deficiência) farão o revezamento por 11 cidades, até terem início os XIIV Jogos Paraolímpicos de Pequim. A cerimônia de abertura dos Jogos ocorrerá no dia 06 de setembro.
Segundo, Jiang Xiaoyu ,vice-presidente executivo do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Pequim, (Bocog, sigla em inglês), com o tema “Transcendência, integração e igualdade”, a tocha passará por todos. Pessoas com e sem deficiência conduzirão o símbolo Olímpico.
A escolha do Templo do Céu para a cerimônia que acende a chama se deve à história do lugar. No monumento eram feitas oferendas para os deuses chineses.
A chama olímpica seguirá por duas rotas, uma por distritos mais antigos e outra por distritos mais modernos. A tocha passará pelas cidades históricas de Xi’an, Hohhot, Changsha, Nanjing and Luoyang.
Na China moderna, ela passará por Shenzhen, Wuhan, Shanghai, Dalian e Qingdao, onde Robert Scheidt e Bruno Prada conquistaram a medalha de prata na classe laser da vela. Todas as cidades sofreram reformas para os XXIX Jogos Olímpicos de Pequim.
deixe seu recado »
Rádio Nacional: 28/08/2008 [0:39m]:
Play Now |
Play in Popup
2 recadinhos »

Geyzon Lenin,
de Pequim.
A Grande Muralha tinha a função de proteger o território chinês. Sem sucesso, mongóis no século 13, e manchus no século 17, conseguiram transpor a defesa. Construída durante a Dinastia Qing, com especificações militares para a época (muros de 8 metros de altura, por 7 metros de largura), hoje, os turistas é que travam uma guerra com o monumento.
Essa batalha, a Muralha tem vencido. Com degraus desproporcionais e ladeiras íngremes, chegar ao topo é uma luta entre o limite do corpo humano e a vontade de vencer o ponto turístico que desaparece no horizonte.
Entretanto, ir a China, não conhecer a Muralha, a Praça da Paz Celestial e a Cidade Proibida é quase como não ter viajado pelo país. Por isso, exploradores com seus guias em mãos e disposição tentam desbravar o forte chinês.
Moradores, atletas e estrangeiros se misturam a paisagem e vão subindo a Muralha preparada para as Paraolimpíadas. Com rampas, elevadores e placas que mostram o caminho para cadeirantes, o forte mostrou que seu acesso é democrático em algumas partes.
Depois das Olimpíadas de Pequim, caminhar pela obra eleita patrimônio cultural da humanidade pela Unesco está ainda mais difícil devido ao aumento do número de visitantes atraídos pela queda de preços dos bilhetes de entrada. A temporada olímpica acabou, mas o desejo de conhecer o ponto turístico não.

deixe seu recado »
Nome: Yohansson Ferreira do Nascimento
Data de nascimento: 25/9/1987
Deficiência: Biamputado dos braços
Classe: T 46
Estado: Alagoas
Informações: Em 2004, Yohansson participou e venceu de uma competição escolar para deficientes, e acabou sendo convidado por uma técnica para competir profissionalmente. O atleta diz que a paixão pelo esporte está no sangue e que corre porque gosta naturalmente. Gosta da adrenalina da prova dos 100m e já ganhou duas medalhas de ouro na modalidade na Competição para Jovens, em Angola. As principais medalhas foram o ouro nos 100m e 200m, no Mundial de Taipei, além da prata nos 400m, e
três ouros no Parapan do Rio.
3 recadinhos »
Nome: Tito Alves de Sena
Data de nascimento: 6/2/1967
Deficiência: Encurtamento de membro superior
Classe: T 46
Estado: Goias
Informações: Em 2003, quando trabalhava como operador de uma fábrica, Tito Alves sofreu um acidente que comprimiu seu braço direito. Desde pequeno Tito sempre teve uma ligação forte com o esporte. O atletismo
ele conheceu após o acidente e se apaixonou. Começou a correr o Circuito Loterias CAIXA de Natação e Atletismo em 2006, na etapa do Rio de Janeiro, e de lá pra cá não parou mais. Seus principais títulos são:
medalha de ouro na maratona no Mundial de Atletismo, em Assen, na Holanda, em 2006. No Parapan do Rio ganhou prata nos 150 e 500m.
3 recadinhos »
Nome: Terezinha Guilhermino
Data de nascimento: 3/10/1978
Deficiência: cega total
Classe: T11
Estado: Paraná
Informações: A história dessa corredora começou no ano de 2000, a atleta resolveu praticar esporte, ganhou um tenis de sua irmã e começou a corer, desde entao nao parou mais. No inicio da carreira a atleta ainda
enxergava, corria maratona, em Atenas ganhou bronze nos 800m em Atenas. Hoje ela é a velocista cega mais rápida do mundo. Atualmente detém o recorde mundial das provas de 100m e 400m. Em 2006 foi
eleita atleta paraolímpica no prêmio atleta do ano, pelo COB. Nos jogos Para-panamericanos, no Rio de Janeiro, em 2007, Terezinha foi ouro nos 100 e nos 200 metros. A grande meta da atleta é o recorde mundial dos 200 metros. Esse ano a atleta está muito feliz, pois terá a companhia do irmão e da irmã, também deficientes visuais em Pequim, os dois atletas foram convocados pela primeira vez para os Jogos Paraolímpicos. No Parapan do Rio alcançou ouro nos 100m, 200m, 400m.
2 recadinhos »
Nome: Suely Rodrigues Guimarães
Data de nascimento:
Deficiência: amputada de ambas as pernas.
Classe: F 56(Arremesso de peso), F 57 (Lançamento de dardo)
Estado: Pernanbuco
Informações: Suely alcançou ouro no lançamento de disco, nos Jogos Paraolímpicos de Barcelona, em 1992; Ouro no lançamento de disco e dardo e no arremesso de peso, no Campeonato Mundial de Berlim, na Alemanha, em 1994; Bronze no Lançamento de Disco, nos Jogos Paraolímpicos de Atlanta, em 1996; Ouro no lançamento de disco e dardo e no arremesso de Peso, no Campeonato Mundial, na Inglaterra, em 1998; Ouro no lançamento de disco e arremesso de Peso, no Campeonato Mundial, em Lille, na França, em 2002; Ouro no lançamento de disco e arremesso de peso, no Parapan-americano de Mar Del Plata, na Argentina, em 2003; Ouro no lançamento de disco, nos Jogos Paraolímpicos de Atenas, em 2004.
3 recadinhos »
Nome: Sônia Gouveia
Data de nascimento: 1/6/1958
Deficiência: Comprometimento dos membros inferiores e superiores
por causa da poliomielite
Classe: F 53
Estado: Alagoas
Informações: A alagoana já foi detentora de um recorde mundial no lançamento de dardo, na categoria F53. Seus principais títulos são: Ouro no lançamento de disco e Prata no arremesso de Peso, no Campeonato
Mundial, na Inglaterra, em 1998; Ouro no lançamento de disco e dardo e Bronze no arremesso de peso, no Campeonato Mundial, na Nova Zelândia, em 1999; Ouro no lançamento de dardo, com recorde mundial
– 8,39m e Prata no lançamento de disco, no Parapan-americano da Argentina, em 2003. No Parapan do Rio alcançou a prata no lançamento de disco e Bronze no lançamento de dardo.
deixe seu recado »
Nome: Sirlene Aparecida Guilhermino
Data de nascimento: 27/10/1981
Modalidade: 200, 400, 800 metros
Classe: T12
Estado: Paraná
Informações: Sirlene Aparecida Guilhermino terá um incentivo a mais para competir em Pequim: a participação dos irmãos Terezinha e Pedro, que também competem no atletismo. Essa é a segunda Paraolimpíada de Sirlene. No Parapan ela conquistou o ouro nos 800m, prata nos 100m e bronze no salto em distância.
deixe seu recado »
Nome: Shirlene Santos Coelho
Data de nascimento: 19/02/81
Deficiencia: Paralisia Cerebral
Classe: F37
Estado: Distrito Federal
Informações: Quando começou a praticar esporte Shirlene não imaginou que ia tão longe. Atualmente a atleta é detentora do recorde mundial no lançamento do dardo. Shirlene mora em Brasilia e treina todos os dias para alçancar mais uma vez a melhor marca. O lema dessa tímida competidora é “Lutar sempre, desistir jamais”.No Parapan a atleta quebrou o recorde mundial do dardo, alcançando a marca de 27,59 metros no Parapan do Rio/2007, na etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA, em Uberlândia, superou sua propria marca com um lançamento de 31 metros. No mesmo mês aumentou novamente a marca em 89 centimetros.
deixe seu recado »
Nome: Sheila Finder
Data de nascimento: 15/8/1979
Deficiência: má formação no braço
Classe: T 46
Estado: Santa Catarina, Joinville
Informações: Até completar 24 anos o atletismo nunca tinha sido a paixão de Sheila Finder. O que ela gostava mesmo era de jogar futebol. Pós-graduada em Educação Física, ela só começou a correr por causa dos inúmeros pedidos de uma de suas professoras. A primeira competição foi o Regional em Itajai. Depois disso Sheila nunca mais parou. Com má formação congênita no braço esquerdo, Sheila enfrentou alguns desafios antes de se dedicar ao atletismo. Passou por um período de adaptação, para “aprender a correr”. No Parapan do Rio alcançou a prata nos 200m e Bronze nos 100m.
3 recadinhos »
Nome: Rosinei Herrera
Data de nascimento: 21/4/1972
Deficiência: paralisia cerebral
Classe: F 36
Estado: Mato Grosso, Campo Grande
Informações: A atleta sul-mato-grossense Rosinei Herrera, do Centro Arco Iris de Reabilitação Alternativa (Caira), disputará o lançamento de dardo. A atleta Rosinei é deficiênte fisica decorrente de uma paralisia cerebral na classe F36.
um recado »
Nome: Roseane Ferreira dos Santos, a Rosinha
Data de nascimento: 15/10/1971
Deficiência: amputação da perna esquerda
Classe: F 58
Modalidade: Arremesso de Peso e levantamento de disco
Estado: Alagoas, Maceio
Informações: Humildade e determinação são as principais qualidades da pernambucana Roseane Ferreira dos Santos, a Rosinha. Um atropelamento causou a perda da perna esquerda antes de ser atleta Rosinha
trabalhava como empregada doméstica. Atualmente ela vive sozinha e adora cuidar de sua casa. A atleta, especialista em lançamento de disco, dardo e arremesso de peso, exige muito de si mesma e se concentra ao máximo nas competições. Todo seu esforço já lhe rendeu vários recordes mundiais, dois deles na sua primeira Paraolimpíada, em Sydney-2000, no arremesso de peso (9m) e lançamento de disco (31,58m). Em Atenas conquistou o recorde mundial no lançamento de disco. No Parapan do Rio alcançou o ouro no lançamento de disco o Bronze no peso. A próxima meta da nordestina é trazer uma medalha de Pequim.
2 recadinhos »
Nome: Poliana Fátima Sousa Jesus
Data de nascimento: 12/02/1986
Deficiência: paraplégica
Classe: F53
Estado: Minas Gerais
Informações: A mineira de apenas 22 anos começou no esporte em 2006, quando deixou a natação. Poliana treina duas vezes por dia, de manhã e de tarde, todos os dias na semana, e sua prova predileta é o arremesso de peso. As Paraolimpíadas de Pequim será a primeira competição internacional. A atleta sonha em trazer o ouro para o Brasil e fazer faculdade de Ed. Física quando parar de competir. As principais medalhas são o ouro no lançamento de dardos, a prata no lançamento de disco, e o bronze no arremesso de peso, todas no Campeonato Brasileiro de 2008.
2 recadinhos »
Próxima página »